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Trinta minutos com um dos cofundadores, por vídeo ou por telefone: a vossa casa de investimento, o trabalho em que querem a ajuda da IA e se algum dos nossos quatro serviços se adequa.
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Perguntas frequentes.
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Com quem trabalham?
Com sociedades de private equity, de imobiliário e de venture capital, e as suas participadas. Trabalhamos na Península Ibérica e no resto da Europa.
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Como é definido o preço?
Cada colaboração é dimensionada e orçamentada individualmente: uma equipa de seis pessoas e uma casa com quarenta não são a mesma colaboração. A formação é mensal e sem compromisso mínimo, pelo que a decisão que estão a tomar é a de um mês, não a de um ano.
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Quanto tempo da equipa exige?
A formação começa com quatro sessões no primeiro mês, de como um modelo pensa até à construção com ele; a partir do segundo mês, a cadência é mensal, aprofundando as áreas que a equipa considera mais valiosas. As sessões correm sobre os vossos próprios negócios, modelos e memorandos, pelo que o tempo é investido no trabalho real e não ao lado dele. O trabalho de implementação e de portfólio é dimensionado projeto a projeto, com o calendário acordado antes de começar.
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O que acontece aos dados da nossa casa?
O trabalho corre sobre os vossos negócios, modelos e memorandos reais, pelo que esta pergunta merece uma resposta precisa e não apenas tranquilizadora. O tratamento de dados é definido durante o scoping, antes de qualquer material ser aberto: por que contas passa o trabalho, em que termos, e o que é retido depois, se alguma coisa for. As respostas ficam por escrito antes de o trabalho começar.
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Ficamos presos a um único fornecedor de IA?
Não. Nós temos experiência com vários fornecedores de IA e escolhemos os melhores models consoante as necessidades da sua empresa, tendo sempre em conta os custos associados.
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O trabalho é feito em português ou em inglês?
Uma das duas, ou ambas. Estamos sediados em Lisboa e trabalhamos com casas de Lisboa a Londres, pelo que as sessões decorrem na língua que a sala preferir. Os materiais escritos são em inglês, porque as ferramentas e a fronteira o são.
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Isto vai tornar os nossos analistas dependentes da IA?
Esse risco é a razão de a Solven existir. O modo de falha da maioria dos rollouts não é a adoção falhar; é os analistas tornarem-se editores de rascunhos que não conseguem defender. Cada sessão é construída ao contrário: o analista produz primeiro uma análise defensável, e só depois traz o modelo como crítico, red-teamer e verificador. Usado assim, o modelo afia exatamente as competências que o uso sem critério corrói.
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Porquê a Solven e não uma grande consultora, ou fazer isto internamente?
O trabalho é específico: trabalhamos apenas com casas de investimento, sobre os vossos negócios e memorandos, não sobre um currículo genérico. A cadência é o produto: a tecnologia muda semanalmente, e um projeto de formação pontual fica desatualizado num trimestre. E desenhamos contra o offloading cognitivo, para que o critério fique mais afiado e não mais fino. Se o que uma casa precisa sobretudo é de gestão da mudança em mil postos, uma grande consultora é a escolha certa, e di-lo-emos.